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  05/08/2020 08:51:52
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SUL DO TOCANTINS

PLANTÃO POLICIA - PF amanheceu nas cidades de Peixe e Cristalândia em investigação de fraudes em licitações do transporte escolar no valor de R$ 13 milhões

Foram afastados dos cargos o prefeito de Peixe, José Augusto (DEM) e prefeito de Cristalândia, Cleiton Batatinha (PSB). Os mandados foram expedidos pelo TRF da 1ª Região, em Brasília.

por Redação inf/Ascom PF-TO

Foto: Divulgação PF

Também foram entregues 3 ofícios judiciais, destinados à Câmara de Vereadores e à Prefeitura dos municípios, que determinam a suspensão cautelar do exercício da função pública de agentes públicos.

A Polícia Federal no Tocantins, deflagrou na manhã desta quarta-feira (5/8) a “Operação Direct”, que tem como objetivo desarticular uma associação criminosa integrada por agentes públicos e empresários suspeitos de fraudes a licitações e corrupção no interior do Tocantins.

Aproximadamente 40 policiais federais cumprem 1 mandado de prisão preventiva e 9 mandados de busca e apreensão, nas cidades tocantinenses de Aliança do Tocantins/TO, Peixe/TO e Cristalândia/TO. 

AFASTAMENTO PREFEITOS

Foram afastados dos cargos o prefeito de Peixe, José Augusto Bezerra Lopes (DEM), e prefeito de Cristalândia, Cleiton Cantuário Batatinha (PSB). As investigações da polícia federal apontam que os prefeitos supostamente estavam recebendo propina de uma empresa que presta serviços de transporte escolar desde 2017.

As buscas recaem sobre um empresário e agentes públicos suspeitos de realizarem fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e pagamentos a título de corrupção. 

As investigações apuram um possível favorecimento do empresário em pregões dos municípios de Cristalândia/TO e Peixe/TO para contratação de transporte escolar e a realização de depósitos e transferências de valores a agentes públicos dos municípios, no mesmo período em que ocorreram as contratações. 

Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude à licitação, desvio de verbas públicas, corrupção ativa, corrupção passiva e associação criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão. O nome da Operação faz referência à relação “direta” e pessoal existente entre o empresário e os agentes públicos, com a existência de favorecimentos entre as partes.

A ação tem como objetivo coibir a continuidade das supostas ações criminosas e colher elementos probatórios para a conclusão do inquérito policial e instrução de futura ação penal em face dos envolvidos.

 A Polícia Federal ressalta que, em razão da situação de pandemia atual, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio pela COVID19, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na operação, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

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